Às vezes, o muito é pouco.
Trocaríamos tudo o que mais zelamos, por aquilo que já passou, se esqueceu.
Talvez não.
Às vezes, viveríamos a vida que um dia não quisemos,
para que possamos chegar a conclusão de que o tudo não é nada...
E aí, fico me perguntando: pra que pensarmos tanto?
Vamos viver o dia de hoje, sem expectativas do futuro.
Pois este Sr. chamado de futuro pode nunca chegar.
E vamos viver de acordo que o nada vire tudo.
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